Em busca de recursos subsidiados, com taxas a partir de 6,5% ao ano? Receba o Manual de Captação de Recursos e participe de Curso Introdutório - tudo GRÁTIS.

Quero Manual e Curso Introdutório

Quem autoriza minha empresa de consultoria?

Com um misto de pessimismo e preocupação, essas perguntas me foram apresentadas recentemente por um aluno: Onde vou adquirir licença para atuar como consultor empresarial? Que órgão vai autorizar minha empresa de consultoria?

Eu ainda não havia despertado para a necessidade de abordar essa questão com os candidatos a consultores. Depois dessa conversa, percebi a importância do tema para grupo de profissionais que estão em busca de uma boa oportunidade de trabalho.

A CULTURA PATERNALISTA

Uma das causas mais graves dos problemas econômicos que vivemos em nosso país é oriunda da cultura paternalista que domina a mentalidade nacional. Ao longo de nossa história, acostumamo-nos com a ideia de que o governo (o Estado) é quem tem que resolver todos os nossos problemas, inclusive nossa subsistência.

Não deveria ser assim.

Se todos os cidadãos dependem que o governo lhes sustentem, quem sustentará o governo? O Estado não tem “vocação” para ser criador de riqueza. Por definição, o Estado é consumidor de riqueza de terceiros, dependente da atividade econômica ao aplicar no setor privado uma taxação sobre a riqueza produzida por este.

É justo que o governo cobre uma parte da riqueza criada pelo setor privado, pois ela é produzida dentro de uma estrutura que não foi criada pelas empresas, devendo retornar para a sociedade.

O problema mesmo é quando uma grande massa de cidadãos escolhe ou é obrigado a depender do Estado para sobreviver, quando, na verdade, deveria depender de sua própria capacidade criadora de riqueza.

Educar o cidadão para ele criar sua própria riqueza deveria ser uma das maiores prioridades do sistema educacional gerido pelo Estado, pois este se fortalece quando aumenta a quantidade de cidadãos prósperos e bem-sucedidos nesse desafio.

Mesmo que tente, nem todo cidadão consegue se apoiar na estrutura do Estado para sobreviver, que já enfrenta limites para assumir suas demandas obrigatórias. O setor privado, contudo, não impõe limites para acolher novos empresários. O cidadão pode ele mesmo se fazer parte do setor privado na hora que quiser.

O cidadão que responde positivamente a questão de John Kennedy, “Não pergunte o que o seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer pelo seu país.”, transforma-se num ente criador de riquezas para si e para a sociedade, um a menos a depender da limitada riqueza gerida pelo Estado.

Quando isso acontece, o Estado se torna mais capaz para gerir os serviços públicos e programas sociais, além de se tornar mais forte perante outras nações.

A CONSTITIUIÇÃO FEDERAL BRASILEIRA

Os constituintes de 1988, que redigiram nossa atual Constituição, sabiam de tudo isso. Tanto é que, no artigo 170, escreveram o seguinte:

A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social.

Parágrafo único. É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei.

Ficou claro aí que o cidadão se encontra totalmente amparado na sua decisão de viver por conta própria, construindo o próprio negócio.

Observe que a Constituição reconhece que gerar a própria riqueza por “livre-iniciativa” tem como fundamento a “valorização do trabalho humano” para assegurar “existência digna”.

De todas as normas que estabelecem direitos ao cidadão, considero esta a mais nobre de todas. A dependência do cidadão a um Estado paternalista retira a potência daquele. Este normativo reconhece a potência do cidadão comum e confere a ele a possibilidade de colaborar com a sustentação da sociedade, além da própria.

QUEM AUTORIZA MINHA EMPRESA DE CONSULTORIA?

As questões apresentadas no início do artigo pressupõem um Estado controlador, excessivamente ocupado em gerir a vida do cidadão, a velha cultura paternalista e burocrática. Mas a norma constitucional apresentada nos ajuda a responder a questão sob uma ótica que precisa ser mais disseminada.

Quem autoriza sua empresa de consultoria é você mesmo. Sua liberdade quanto à decisão de criar sua própria sustentabilidade é reconhecida pela Constituição brasileira.

O dispositivo constitucional é claro também ao dizer que você não precisa de autorização de órgãos públicos para ir à frente em sua decisão.

Algumas atividades profissionais podem exigir uma especialidade comprovada, como a atividade médica ou de um advogado, que precisam ter autorização de um órgão acreditado para o exercício profissional. Outras atividades econômicas, por uma questão de ordem social, podem depender de um processo público de regulamentação para funcionar.

Consultores empresariais, contudo, não precisam de autorização de órgãos públicos, nem de entidades de classe para exercerem suas atividades.

Um consultor empresarial:

  • Pode iniciar uma empresa de consultoria empresarial na hora que quiser;
  • Não pode ser impedido de atuar por nenhum ente econômico;
  • Não pode ter impedido seu direito de ir e vir dentro do espaço territorial brasileiro para exercer suas atividades;
  • Pode entrar livremente em ambientes públicos ou privados criados para a realização de negócios e abertos ao público em geral;
  • Não pode sofrer constrangimento de publicidade contrária às suas atividades profissionais legalmente constituídas;
  • Não pode permitir que seu trabalho seja considerado inútil ou desnecessário, nem aviltado por terceiros;
  • Deve preservar sua dignidade profissional.

Tal como acontece com qualquer outra categoria profissional, o consultor empresarial deve buscar o reconhecimento público do seu valor como profissional criador de soluções indispensáveis para o bom funcionamento da economia e gerador de riqueza para a sociedade e para o próprio Estado.

A NATUREZA DO TRABALHO DO CONSULTOR EMPRESARIAL

Apesar de toda essa liberdade, o consultor empresarial deve lembrar que a contratação dos seus serviços é uma escolha dos seus clientes, que são soberanos quando à decisão de contratá-lo.

A natureza do trabalho de consultoria empresarial é a de prestar “consultas” para ajudar os clientes em suas necessidades. O cliente não sabendo a resposta para uma questão, ou, mesmo que saiba, não encontrando tempo/disposição para resolver o problema, contrata um profissional para ajudá-lo em sua necessidade.

Nesse sentido, podemos dizer que um médico também realiza trabalho de consultoria. O mesmo se dá com advogados, mecânicos, engenheiros, arquitetos, enfim, qualquer profissional liberal que atue no mercado.

O médico presta consultoria apresentando uma solução para restaurar a saúde do paciente. O engenheiro é capaz de elaborar um projeto e orientar o cliente sobre como construir um imóvel.

E o que faz um consultor empresarial?

Para Brian Tracy, “o consultor deve demonstrar ao cliente, como ele pode alcançar o maior numero de metas empresariais e resultados no caso de seguir os conselhos e recomendações que oferece”.

Os melhores consultores são aqueles aptos a compreender profundamente a visão do cliente, seu negócio, suas perspectivas, seus potenciais e oportunidades não exploradas, a fim de apontar a melhor alternativa de ação num ambiente repleto de incertezas, riscos, competição e possibilidades desconhecidas.

As afirmações são claras: “o consultor deve demonstrar…”, “os melhores consultores são aqueles aptos …”. Se ele não demonstrar um grau de capacidade compatível com o exercício da sua especialidade, o cliente não o contratará.

A conclusão é essa: ninguém pode impedir a atuação do consultor, à exceção do cliente, caso decida não contratá-lo.

Para um consultor experiente, isso não chega a ser um problema. Ele sabe que sempre há um jeito certo de fazer as coisas e já descobriu como resolver esse desafio.

Restam ainda outras perguntas relevantes:

  1. Onde encontrar clientes?
  2. Como desenvolver aptidão para aumentar as chances de ser contratado e efetivamente ajudar os clientes?
  3. Como desenvolver produtos/serviços atrativos e bem remunerados?
  4. Como alcançar visibilidade no mercado?
  5. Como gerar riqueza todos os dias e alcançar sustentabilidade?
  6. Como progredir permanentemente?

NOSSO CURSO DE FORMAÇÃO

Essas e outras perguntas nós também vamos responder dentro do nosso curso de formação de consultores de sucesso, não apenas de forma intelectual, mas principalmente com soluções práticas e viáveis para serem imediatamente aplicadas.

O compromisso que o consultor deve assumir, nós já assumimos há muito tempo: o compromisso com o sucesso dos nossos clientes. Esse compromisso não vem meramente com a assinatura de um termo ou com a criação de uma logomarca. É parte integrante e indissociável da cultura profissional do consultor.

ACESSE ESTE LINK E DESCUBRA COMO PARTICIPAR DE NOSSA TURMA EAD.

ASSOCIE-SE GRATUITAMENTE HOJE MESMO

Clique o link abaixo para se associar à RESUCESSO e entrar no mundo da consultoria empresarial com o pé direito.

QUERO ME ASSOCIAR À RESUCESSO

A gente se vê em breve.

Em frente e avante !

Prof. Msc. Arnóbio Albuquerque

Comentários do Facebook